Nós sentimos saudades do que não podemos mais tocar, do que não podemos beijar, do que não podemos abraçar, do que não podemos ter. Porém em algum momento do caminho encontramos algo que possamos amar, nem que isso seja uma personificação do estranho e do desconhecido é afinal isso que está na nossa frente.
O pior de tudo é se arrepender daquilo que não tivemos coragem de admitir que queríamos fazer e nunca saber o êxtase que é experimentá-la.
Como uma fruta fresca que como, eu como meus sentimentos pela mente toda vez que penso no que posso fazer com essa oportunidade.
Somente eu posso vê-lo e ele só brilha pra mim, mas o que será que ele procura? Esse pequeno diamante bruto que encontrei enquanto sentia imensas saudades. No momento que eu o olho consigo apenas ver o reflexo de um futuro obscuro e nebuloso e penso: "O que estou fazendo?" Logo me vem a ideia que eu tenho duas opções: uma seria pega-lo e escondê-lo entre minha mão fechada e correr para o mais longe que puder sem consequências. A segunda seria olhá-lo por última vez e deixá-lo cair no chão até que a poeira se levante e o ofusque e outro possa vim e dar o rumo que merece.
Ele brilha tanto que até o sol sobre minha cabeça se esconde por detrás de sua luz...
Depois de pensar resolvi guardá-lo afinal quem seria maluco de achar uma joia tão linda e e deixá-la se esvanecer...
Eu ainda não vi suas consequências mas penso que é melhor deixá-lo até o tempo, artesão da vida, venha e o molde e quando eu puder ver que ele está amadurecido eu o guardarei pra sempre...
Ele terá que passar pelo processo do fogo mas desse jeito ficará bom pro mundo, para qualquer um que passar por ele, estará bom pra mim. Enquanto isso tenho as saudades na minha mente de novo mas jamais esquecerei o brilho que ele tinha, demore o tempo que precisar mas sob uma única condição que volte pra mim! Que seu brilho, agora valorizado encante quem for, mas que os meus olhos sejam os últimos a serem afetados.
domingo, 29 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
Vaga Esperança
Vaga Esperança
Quando não se sabe o porque de tanta discurssão
Devastação de homicídios existenciais
A violência da alma destrói o coração
Sussurros em lábios largos
O que se exprime da alma é
exatamente o que o ser
Não consegue ser sem a esperança
Porque dela se exprime a vida
Vida que se reflete sobre a luz do Sol
Sobre a noite serena da lua
Sobre a fonte cristalina da água
Sobre o orvalho caído em folhas esverdeadas
Essa é a exata visão
Inpersepitível ao coração obscuro
Amargurado por falta de esperança...
Amargurado por falta de esperança...
terça-feira, 19 de abril de 2011
A vida é um surpresa diária sobre isso ninguém pode discordar...
A tentativa de tentar descobrir o que vem depois de agora é uma loucura... são poucos os momentos quando nós podemos adivinhar o resultado como por exemplo quando nós choramos é que após isto nossa cabeça irá doer e sentiremos nossos olhos incharem...
Mas a loucura maior ainda é desejar o que não se tem... porque nós não podemos simplesmente ficar satisfeitos e felizes com que temos agora, e deixar o futuro vim com calma...temos sempre que adivinhar o que acontecerá após...
Esse sentimento é difícil de explicar e a impressão nítida que as vezes me sucede é de estar sendo repetitiva em minhas palavras,mas nunca passou por um momento de desespero?
Vejo muitos filmes e muitos deles com o enredo bem parecido, mas o que presto atenção neles é que em certos momentos o sentimento pode ser algo inexplicável...acho que nenhuma literatura já chegou aos pés dele...
A tentativa de tentar descobrir o que vem depois de agora é uma loucura... são poucos os momentos quando nós podemos adivinhar o resultado como por exemplo quando nós choramos é que após isto nossa cabeça irá doer e sentiremos nossos olhos incharem...
Mas a loucura maior ainda é desejar o que não se tem... porque nós não podemos simplesmente ficar satisfeitos e felizes com que temos agora, e deixar o futuro vim com calma...temos sempre que adivinhar o que acontecerá após...
Esse sentimento é difícil de explicar e a impressão nítida que as vezes me sucede é de estar sendo repetitiva em minhas palavras,mas nunca passou por um momento de desespero?
Vejo muitos filmes e muitos deles com o enredo bem parecido, mas o que presto atenção neles é que em certos momentos o sentimento pode ser algo inexplicável...acho que nenhuma literatura já chegou aos pés dele...
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Pensando sobre...
Este conteúdo se direciona a um pequeno desabafo... Por algum motivo é inconviniente ser você mesmo? Há uma sombra negra de ignorância que induz um ser humano que se acha detentor de amplos conhecimentos a deduzir e a afirmar que sempre tem razão sobre os assuntos em questão. Porque se torna tão difícil admitir que não se sabe a respeito de algo ou que se está equivocado, porquê?
Tudo na vida há um preço mas não é cobrado para se ser humilde...
A raça humana em suas tecnologias avançou porém regrediu em sua própria humanidade...
Se você não se define como alguém vaidoso ou orgulhoso como se sente ao conviver com alguém assim? É tão difícil ter que constantemente medir suas palavras... pois em determinadas circunstancias algo simples pode se tornar ambíguo.
Algo que muito me impressiona em algumas pessoas é o poder que elas têm de transformar em 3 segundos um momento feliz em um opostamente castrófico...
Mas algo é bem verdade que sobre nossa origem não podemos escolher mas sobre nossos contatos esses sim nós podemos selecioná-los e não podemos perder a ideia que somos o núcleo de nossa vida.
Não é egoísmo mas por muitas vezes deixamos pessoas alheias a nós serem nossos controladores e perdemos o rumo da nossa própria história...
Como pode um cidadão decidir algo o qual não vai acontecer porque não estará presente, como? Porque as outras pessoas não se manisfestam... o mesmo pode-se comparar com um professor a explicar o conteúdo inédito e´logo após perguntar a turma se retem alguma dúvida sobre... se todos ficarem em silêncio sem terem comprendido bem o texto não terão o direito de posteriormente requererem direitos junto a doutora mas ao absterem-se do medo mostrando-lhe o manifesto da dúvida logo adquirem os direito máximos: a hosnestidade e humildade.
O que se propoe dizer aqui é sobre a alienação humana perante a um mundo de facilidades...
A alienação deveria ser contra às facilidades porém o que parece é que esta induz àquela.
Ainda não consigi respostas que expliquem tais fatos supracitados, essa realidade só me traz nojo e enjôo.
Acho que não haja ninguém por sábio, inteligente, curioso ou esforçado que não possa dizer sinceramente expressões como: "Eu não sei", "Me desculpe", "Você tá certo" ou simplesmente falar: "Eu não quero mas pode fazer, vai lá!" Porque isso é tão difícil? Porque?
Posso não saber de muitas coisas mas de algo eu sei: "O que se planta isso se colhe!" Não vejo a hora da verdade e justa justiça reinar de vez!
Tudo na vida há um preço mas não é cobrado para se ser humilde...
A raça humana em suas tecnologias avançou porém regrediu em sua própria humanidade...
Se você não se define como alguém vaidoso ou orgulhoso como se sente ao conviver com alguém assim? É tão difícil ter que constantemente medir suas palavras... pois em determinadas circunstancias algo simples pode se tornar ambíguo.
Algo que muito me impressiona em algumas pessoas é o poder que elas têm de transformar em 3 segundos um momento feliz em um opostamente castrófico...
Mas algo é bem verdade que sobre nossa origem não podemos escolher mas sobre nossos contatos esses sim nós podemos selecioná-los e não podemos perder a ideia que somos o núcleo de nossa vida.
Não é egoísmo mas por muitas vezes deixamos pessoas alheias a nós serem nossos controladores e perdemos o rumo da nossa própria história...
Como pode um cidadão decidir algo o qual não vai acontecer porque não estará presente, como? Porque as outras pessoas não se manisfestam... o mesmo pode-se comparar com um professor a explicar o conteúdo inédito e´logo após perguntar a turma se retem alguma dúvida sobre... se todos ficarem em silêncio sem terem comprendido bem o texto não terão o direito de posteriormente requererem direitos junto a doutora mas ao absterem-se do medo mostrando-lhe o manifesto da dúvida logo adquirem os direito máximos: a hosnestidade e humildade.
O que se propoe dizer aqui é sobre a alienação humana perante a um mundo de facilidades...
A alienação deveria ser contra às facilidades porém o que parece é que esta induz àquela.
Ainda não consigi respostas que expliquem tais fatos supracitados, essa realidade só me traz nojo e enjôo.
Acho que não haja ninguém por sábio, inteligente, curioso ou esforçado que não possa dizer sinceramente expressões como: "Eu não sei", "Me desculpe", "Você tá certo" ou simplesmente falar: "Eu não quero mas pode fazer, vai lá!" Porque isso é tão difícil? Porque?
Posso não saber de muitas coisas mas de algo eu sei: "O que se planta isso se colhe!" Não vejo a hora da verdade e justa justiça reinar de vez!
quinta-feira, 31 de março de 2011
As escadas monumentais
Como poderá algo ser real em um mundo de fantasias?
Nós subimos e descemos as escadas monumentais a vista de pessoas vestidas de preto com grandes sapatos altos. Em um lance você pára e sente sua respiração mais forte, seu coração palpitar como nunca... Como isso não seria real? Será que o ar que respiramos é real ou o conceito do que é real se trata de um caso perdido?
Eu me pergunto se lá de cima eu conseguirei ver a real vista desta cidade histórica, a minha história ou se realmente a vista de baixo é tão promissora só porque nela há o desejo eufórico da subida, o sentimento de não estar para trás e de algo bem além daquela muralha pode estar a sua espera pronto para te encontrar...
Depois de uma exausta subida, quando você não escuta mais nada a não ser seu coração e o fervor do sangue em suas pernas e o vento gelado colidir contra sua face...
Como poderá ser algo real? Seria a emergente vista que se tem realmente é o presságio esperado...?
O momento da reflexão enquanto se está lá debaixo é tão viajante... Desejamos e imaginamos as melhores formas para um futuro... Mas a decepção de perder não é ilusória e faz parte do ganho da vida...
O que vale a pena? Eu fico de cima vendo todos os degraus que subi, observando os esforçados ambulantes a subirem, os que lá ficaram conversando, os que andam como se nada houvesse (de fato não há para eles mas para mim sim) e eu lá em cima... A recompensa do esforço pela subida é percebida apenas pelo que a intenta...
No momento só desejei subir e consegui mas francamente o que me esperará ao longo do caminho?
quinta-feira, 24 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Coimbra
Dia 07 de março de 2011 estive em Coimbra e falar sobre ela é relatar sobre sua sedução. A cada rua, a cada freguesia, a cada esquina se encontra algo em que podemos nos apaixonar. O meu coração bate em um ritmo tão acelerado como se nunca mais pudesse ver beleza tão grande. As construções imperiais ainda mantidas em conserva, os tecidos quentes a envolver cada um que passa por seus bosques. Ao andarmos podemos sentir o vento frio a rasgar a face tenra. A noite se achega e alguém pensa em sair e andar pela vista Praça da República. Será que algo de novo encontrarei lá? No Rio Mondego talvez haja algo com seu conquistador pôr-do-sol. A nostalgia desta cidade é estar acima da ponte e mirar para baixo... Somente um silêncio a descreve.
As pessoas que nela se encontram são enviadas de distintos lugares do mundo, incluindo eu. Um lugar de encontro entre amigos: o Choupal? Mistérios essa cidade esconde e nos quer revelar a cada instante. Porém é preciso ter sensibilidade para notá-los.
Ela é diferente, há pessoas diferentes, sem rodeios ela é linda! Ela me faz acreditar que tudo é possível para qualquer pessoa. Quem quiser se encontrar aqui terá a chance de achar mais do que espera.
Estou aproveitando cada segundo de Coimbra!
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